QUEM SOU EU ???

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Alguém que acredita no carisma da "COMUNHÃO", da comunhão de vida, e é justamente por esta razão que quero dividir a minha experiência com Jesus com você. Frases Bíblicas: "Nós somos loucos por amor de Cristo..." (I Coríntios 4,10). "...Porque estou enferma de amor" (Cântico dos Cânticos 2,5). "Quanta razão há de te amar!" (Cânticos dos Cânticos 1,4). "...O Teu nome é como um perfume derramado" (Cânticos dos Cânticos 1,3). "Como és belo. meu amor! Como és encantador!" (Cânticos dos Cânticos 1,16). "Porque onde estiver o vosso tesouro, ai estará também o vosso coração" (Mateus 6,21 e Lucas 12,34). "...Amas-me mas do que estes?...Amas-me?...Amas-me?..." (João 21,15-17). "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" (João 14,6).

OBRIGADA PELA VISITA !!!

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sábado, 28 de novembro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

" O MISTÉRIO DA DOR"


Obs: Imagem extraída do site: www.blogviverfeliz.com.br

" O MISTÉRIO DA DOR"


Aqueles que viveram dores intensas e souberam usar a sabedoria para transformar a dor em amor compreenderam o mistério da dor ... transformaram suas dores em pérolas raras ...  experimentaram em suas vidas a profunda frase de Jesus:  "NA VERDADE, NA VERDADE VOS DIGO SE O GRÃO DE TRIGO CAÍDO NA TERRA NÃO MORRE PERMANECE SÓ, MAS SE MORRER PRODUZIRÁ MUITO FRUTO" (JOÃO 12,24). 

Jesus é o grão de trigo, Ele é um especialista neste assunto e nos revela este segredo ...  no universo divino a dor é tão preciosa como uma pérola .... esta dor nos identifica com Jesus no alto da cruz vivendo o seu momento de abandono total ...  mas o seu sacrifício aos olhos de Deus era AMOR POR CADA UM DE NÓS... 

Para ilustrar esta reflexão sobre o mistério da dor quero compartilhar com vocês um belo conto que me fez chorar e entender o quanto a dor é uma pérola preciosa que deve ser oferecida a Deus. Eis o conto que tem título: "A OSTRA PEROLÍFERA", do autor Antonio Pérez Esclarín, extraída do livro: "Educar Valores e o Valor de Educar - Parábolas", Editora: Paulus, São Paulo, SP, 2002, páginas 47 e 48.


"A OSTRA PEROLÍFERA"


Marina era uma autêntica ostra. Não um caracol rasteiro, mas um ser criado para viver nas profundezas. Como todas as de sua raça, ela procurava uma rocha no fundo do para agarra-se firmemente a ela. Quando a conseguiu, julgou ter encontrado seu destino claro que lhe permitiria viver sem problemas sua existência de ostra. Viveria a vida tranquila, feliz, sem grandes contratempos.

Mas Deus pusera seu olhar em Marina e a escolhera para que fosse especialmente valiosa. Um dia, Deus colocou em Marina seu grãozinho de areia. Literalmente: um grãozinho de areia. Foi durante uma tormenta das profundezas. Dessas que quase não provocam ondas na superfície, mas removem o fundo dos oceanos.

Quando o grãozinho de areia caiu na ostra, Marina fechou-se violentamente como o fazia sempre que algo estranho a invadia. Este é o modo que as ostras usam para alimentar-se: tudo o que entra em sua vida é apanhado, desintegrado e assimilado. Se o objeto estranho não é digerível, as ostras o expulsam.

Porém, Marina, por mais que se esforçasse, não conseguia nem digerir nem expulsar aquele grãozinho de areia que ia se fundindo cada vez mais profundamente em sua carne. A dor que sentia era insuportável. Procurava pensar em outras coisas, esquecer a dor, mas também não o conseguia. Estava sempre ali, ocupando o lugar de sua existência, como se toda a sua vida se tivesse transformado em dor.

Qualquer um pensaria que o único caminho que restava a Marina era lutar desesperadamente contra a dor, rodeá-la com o pus da amargura, viver desgostosa, queixando-se sempre, tornando um inferno sua própria vida e a vida dos que estavam junto a ela.

Mas as ostras têm a extraordinária qualidade de produzir substâncias sólidas. Elas costumam dedicar essa qualidade a fabricar para si uma carapaça defensiva, enrugada por fora e lisa por dentro. Marina, porém, a dedicou à fabricação de uma Pérola. Pouco a pouco, e com o melhor de si mesma, foi cercando o grãozinho de areia de sua dor e, ao seu redor, começou a nuclear uma belíssima pérola. Transformou essa tarefa em alegria, em missão. Já não lhe importava a dor porque era a fonte de sua esperança e de seu sonho.

Muitos anos depois da morte de Marina, alguns mergulhadores desceram ao fundo do mar. Quando a trouxeram à superfície, encontraram nela a mais bela pérola que já tinham visto. Ao vê-la brilhar com todas as cores do céu e do mar, ninguém duvidou do quão valiosa fora a sofrida vida de Marina.


(Versão livre de um texto de Mamento Menapace)

domingo, 27 de setembro de 2015

"JESUS: MEU ENTENDEDOR !!!"


Obs: Imagem extraída do site: 
http://www.zun.com.br/fotos-de-jesus-na-cruz-do-calvario/


"JESUS: MEU ENTENDEDOR !!!"



Somente Tu, Jesus
para me entender
quando nem eu 
mesmo me entendo !!!


Somente Tu, Jesus
meu Deus Humano
podes consolar
minhas lágrimas !!!


Somente Tu, Jesus
faz com que eu
não sinta vergonha
das minhas falhas !!!


E que nos momentos
de sofrimento e dor
que Te chamo, Jesus
de meu Entendedor !!!


Autora: Kátia Regina Corrêa Santos
Escrito em: 15.07.2015

sexta-feira, 3 de julho de 2015

"JESUS NÃO QUER QUE SEUS DISCÍPULOS SOFRAM DE MARTALISMO"


Obs: Imagem extraída do site: www.growroom.net


"JESUS NÃO QUER QUE SEUS DISCÍPULOS SOFRAM DE MARTALISMO"


"Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada com muitas coisas. No entanto, uma só coisa é necessária. E Maria escolheu a melhor parte que não lhe será tirada." (Lucas 10,41-42).



TEMA: MARTALISMO. VOCÊ CONHECE ESTA DOENÇA? TEM CURA!


Num mundo onde vale o que é visto e produzido, no mundo das autonomias somos levados ao "MARTALISMO". Nosso Papa Francisco criou esta palavra, e diz ser uma doença. É a excessiva operosidade: "daqueles que mergulham no trabalho, descuidando, inevitavelmente, "A melhor parte": sentar-se aos pés de Jesus (Lucas 10,38-42)".

Jesus não sofria desta doença e nem quer que os seus discípulos dela sofram. Neste sentido, é bonito ver Jesus convidando seus discípulos a "descansar um pouco" (Marcos 6,31). E por quê? Ora, "descuidar do descanso necessário leva ao ESTRESSE e a AGITAÇÃO. É uma falta de caridade não cuidar de si e do necessário descanso" (Papa Francisco).

Comumente, falamos "ninguém é de ferro". Contudo, o  trabalho não mata. O que adoece é uma vida não centrada no essencial, uma vida de exageros, inclusive no trabalho. Tudo tem sua medida. SOMOS PESSOAS, NÃO NÚMEROS, E NEM MÁQUINAS. Somos filhos e filhas de Deus. Por isso, Jesus, com sua vida, tem tudo a nos ensinar. É importante mergulhar em Jesus, beber da sua fonte, beber dele mesmo, levar a vida ao seu sabor. ELE É MESTRE NA ARTE DE VIVER BEM.

Nós, como Maria de Betânia ensina, sentimos nostalgia do mundo de nosso coração, de interioridade que o habita. Precisamos sempre dar passos rumo ao "lugar do coração". Jesus amava passar longas horas sozinho e em oração, entregue ao sabor e saber do Pai. Que festa! Como isso lhe fazia bem! Tanto, que os seus discípulos foram pedir: "Senhor, ensina-nos a rezar" (Lucas 11,1).

O percurso para dentro de nossa interioridade não só é terapêutico para a nossa cultura de barulho, mas também vem a ser um caminho voltado para o acolhimento, para uma nova civilização do amor. O caminho para dentro de nossa interioridade e para o silêncio torna-se testemunho de uma opção de vida alternativa, vida de saúde, habitada por Deus, vida com Deus. Nós precisamos da intimidade com Deus. Caso contrário, ficamos superficiais, agitados, querendo fazer tudo sozinho: ESTA É A DOENÇA DO MARTALISMO..

Ficar aos pés de nosso Senhor. Ah, como é benfazejo e saudável! O desejo do Senhor é justamente o de nos curar em profundidade. Permanecer com Ele cura, pacifica, diviniza. Ficar com Ele, acolher o dom que nos visita, que nos habita é remédio para a doença do Martalismo. Ele convida: "Vinde a mim todos vós que estais cansados de carregar o peso do fardo, e eu vos darei descanso. Carregai a minha carga e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vossas vidas. Porque a minha carga é suave e meu peso é leve" (Mateus 11,28-30). Ainda: "Sem mim nada podeis fazer" (João 15,5).

Lembra Papa Francisco: "A relação viva com Deus alimenta e fortalece também a comunhão com os outros, ou seja, quanto mais estivermos intimamente unidos a Deus tanto mais estaremos unidos entre nós porque o espírito de Deus une e  o espírito maligno divide".

No Espírito, podemos retornar ao "lugar do coração", para tornar-nos sua habitação permanente, conservando no coração a Palavra e adorando Deus com o coração e a mente puros. Pratique sua fé, reze !

Autor: Dom João Inácio Müller
Bispo de Lorena, São Paulo

Obs: Este artigo foi extraído da Revista Canção Nova - Revista Mensal do Sócio Evangelizador, Ano XIII, Nº 175, julho de 2015. Site: clube.cancaonova.com